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Man in the Mirror

Verdes são os olhos


Imaginem um desporto onde todos os participantes (jogadores, treinadores, comentadores, público) jogam como o Barcelona. São as finais da NBA.

On Garconete da Casa de Fadoone of the highlights of the band’s concise but potent set — Bacalhau plunged into the role of a Brazilian girl who finds work at a fado house and breaks with protocol by launching into an ecstatic dance.


.Também acho.

Maio foi assim

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O livro é sobre os media, mas podia ser sobre cultura, comunicações ou bolonha. Trata-se daquilo que um filósofo chama de emergência do “Homem performativo em aceleração”. O problema são as curvas.

Pasta al Ferragosto

Quem é que precisa de um livro de receitas quando há cinema para inspirar a mesa? Em Almoço de 15 de Agosto a certa altura faz-se pasta al forno:
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E, depois, nós fizemos isto:
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(Detalhes adicionais por Jamie Olivier.)

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Um pequeno filme sobre “nada” (ou sobre “nada de especial”) que também não se reduz a um exercício de estilo. Caloroso, hedonista, à beira da indolência - atributos que repetem, afinal, tudo o que está em causa no filme de Gianni Di Gregorio: o calor (”humano”, mas também o do “ferragosto”), o prazer (peixe fresco regado a vinho branco), a preguiça contrariada (o protagonista “forçado” a cozinhar para a agremiação de velhotas que lhe invade a casa). Impossível antipatizar
com um filme assim, impossível resistir ao efeito de “transplantação” que ele provoca no espectador: durante a projecção, e como dizia o outro, “somos todos romanos”. (Luís Miguel Oliveira)

Salaviza

O Cálssio já tinha oferecido a cacha de que havia praí um novo realizador português com um sentido estético apurado. Descobri hoje que tal atributo está, literalmente, à flor da pele de João Salaviza. Primeiro o Indie Lisboa, e depois Cannes, deram por ele. Por tal revelação (nem preciso de ver o filme para saber que gostei), prometo desde já só dizer coisas boas do cinema português até final do ano. Se o céu existir, não terá sido um mau começo de eternidade para Bernard da Costa, que dizia que o cinema português nunca existiu.

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“Os filmes portugueses estão condenados a serem descobertas dos festivais internacionais. Provavelmente é o que me vai acontecer também.”

Discos de 2009 #6

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Não sei o que é mais bonito neste avanço para o novo de F. Coppola . A cinematografia ou aquele irmão tão jeitoso. Há que ver o filme para confirmar.

Não sei se será o melhor filme desta temporada de Verão, mas o poster já vai ser difícil de bater.

Filme dominical

Nesta casa isto significa curta metragem sobre zombies e teenagers vingativos e homornais. Tudo nos 10 minutos de I Love Sarah Jane, de Spencer Susser, apresentado no festival de Sundance:

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PS. Especialmente dedicado a quem tem tendências para se ir zombificando ao longo da semana. Vocês sabem quem são.
Apresento-vos a Coreia do Norte, por Reinhard Krause (via BigPicture):

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Alguém se lembra de Y Tu Mamá También? O irmão do realizador e autor do argumento, Carlos Cuarón, vai ser o responsável para termos Bernal e Luna de novo no ecrã, com direito a cenas em balneários. Imperdível:

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A minha empregada está inconsolável. Tinha férias marcadas para Cancún e soube ontem que a agência cancelou o programa. Tudo por causa da gripe dos porcos! (…)
Como eu a percebo! Quando foi da gripe das aves, não sei se estão lembrados, as previsões mais modestas apontavam para quatro milhões, repito, quatro milhões de infectados só em Portugal, com uma taxa de mortalidade superior a 80%. Conheço gente que comprou Tamiflu no mercado negro. O frango vendia-se a dois euros o quilo no Corte Inglês (hoje custa o dobro), amigos meus desistiram de todas as viagens a leste das Maldivas, teóricos franceses — e quem senão eles? — largamente discutiram as consequências da pandemia, Coetzee falou de um vírus que pretendia «dominar o mundo» (cf. Diário de um Mau Ano, 2007), as televisões tornaram-se infrequentáveis, a Organização Mundial de Saúde perdeu as estribeiras, ministros voaram de continente em continente para discutir o Apocalipse.

Eduardo Pitta, A Crise (texto completo)


Ps. A imagem e o sublinhado são meus, para não dizerem que só copio.



Alex Wild / NYT


Anna Dornhaus, a University of Arizona researcher, painted ants different colors to study them. Great differences were found in the speed of ants’ work, and about 50 percent were found to do no work.
Dr. Dornhaus found that fast ants took one to five minutes to perform a task — collecting a piece of food, fetching a sand-grain stone to build a wall, transporting a brood item — while slow ants took more than an hour, and sometimes two. And she discovered that about 50 percent of the other ants do not do any work at all. In fact, small colonies may sometimes rely on a single hyperactive overachiever. (..) “It’s possible they aren’t doing anything at all.”

Eu, por exemplo, sou uma formiga copy-paste.


Alex Wild / NYT

100 dias

Fotos de Callie Shell
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Mais na Time

Eu adoro o JN

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(…) Já o ministro da Agricultura, Jaime Silva, não confirmou a criação de um “Stud-Book” pelo Brasil, nem o descontrolo da raça.

Borat was SO 2006

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O Pedro Adão e Silva tem um novo blog, onde para além de excelente comentário político, nos vai presenteando com música admirável. Foi por lá que descobri a pérola que ilustra este post, só para terem uma ideia. Juntamente com Nuno Costa Santos, protagoniza no RCP um excelente programa de música alternativa, o «Quase Famosos» agora disponível em podcast. O alinhamento de cada sessão pode ser encontrado no blog do programa, o que o torna mais um meio de descobrir boa música. A primeira que ouvi tinha coisas como Belle & Sebastian, Bon Iver, Antony, Beirut, Decemberists, Portishead, Mountain Goats, etc. etc. etc.
Penso que não é preciso acrescentar mais nada. Podem ouvir no browser aqui, ou subscrever directamente no itunes, o que me parece mais prático. Parabéns, acabaram de ganhar hora e meia de prazer musical por semana.

Hype Machine #2

Primeira (grande) imagem e trailer do próximo de Von Trier, Antichrist. E logo com o Dafoe, que provou estar em grandíssima forma no Go Go Tales. Exquisite.
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Via /Film

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